Sua prova é boa — ou você só acha que é?
Por que ouvir os atletas é o melhor investimento que um organizador pode fazer?
De acordo com estudo da Ticket Sports, o Brasil registrou cerca de 8.500 eventos esportivos em apenas um ano. Isso significa que, a cada semana, centenas de provas disputam a atenção e o coração de milhares de atletas.
E mesmo com esse cenário altamente competitivo, o crescimento do mercado é real:
Em 2024, o número de inscrições cresceu 45% em relação a 2023 — e só não foi maior devido ao excesso de eventos com inscrições esgotadas.
Para 2025, a projeção é de um crescimento orgânico de 26%, mesmo com uma base já mais madura e consolidada.
Esse ambiente favorável abre espaço para novas provas, expansão de marcas já estabelecidas e oportunidades de parcerias, fusões e aquisições. Mas, com tanta oferta no mercado, fica uma pergunta essencial:
Por que o atleta escolheria — e voltaria para — a sua prova?
? Ouvindo quem viveu na pele
O atleta investe tempo, dinheiro e energia física e emocional para estar na sua prova. Ele não busca apenas uma medalha — ele busca uma experiência. E quem escuta, melhora. Quem melhora, cresce.
No entanto, muitos organizadores ainda não dão ouvidos a quem sente a emoção.
É como se dirigissem um carro sem painel, sem saber se estão acelerando, freando ou prestes a ficar sem combustível. Sem escuta, não há evolução.
? “Client First”? No nosso caso, é Athlete First
Muito se fala em “client first” no mundo dos negócios. No nosso universo, isso significa colocar o atleta no centro das decisões. Não como estratégia de marketing, mas como filosofia prática.
E isso começa por algo simples: aplicar uma pesquisa de satisfação bem estruturada.
Esse gesto mostra que você se importa, coleta dados valiosos e prepara sua próxima edição com base em realidade — não em suposições.
? O que fazer com os dados da pesquisa?
Os dados coletados não servem apenas para saber se tudo “deu certo”. Eles ajudam a transformar seu evento em um negócio cada vez mais inteligente e sustentável.
1. Análises socioeconômicas e de comportamento
- Investimento médio por atleta (inscrição, transporte, alimentação, hospedagem);
- Perfil de permanência na cidade (bate-volta, turismo, morador);
- Potencial de impacto econômico local (ótimo para apresentar a prefeituras e patrocinadores);
- Gasto médio com lojistas parceiros e consumo nas ativações.
2. Medição da performance dos canais de divulgação
- Como o atleta ficou sabendo do evento?
- Qual canal gerou mais conversões?
- O site e redes sociais estavam claros e funcionais?
Isso ajuda a otimizar mídia e fortalecer sua presença digital.
3. Avaliação de fornecedores e estrutura
- Parceiro de inscrições funcionou bem?
- A entrega de kits foi eficiente?
- Hidratação, sinalização e apoio médico foram suficientes?
- O atendimento foi bem avaliado?
Essas informações permitem negociar contratos e melhorar entregas.
4. Tomada de decisão para próximas edições
- Manter ou mudar o percurso?
- Vale repetir as ativações culturais?
- A estrutura pós-prova agradou?
A pesquisa embasa decisões com dados — e não com achismos.
✅ O que uma boa pesquisa precisa ter?
- Abranger toda a jornada do atleta: do pré-evento ao pós-prova;
- Ser rápida (menos de 5 minutos);
- Garantir anonimato e confidencialidade;
- Permitir comentários abertos;
- E gerar insights acionáveis para o evento e parceiros.
Para facilitar sua vida, disponibilizamos um modelo editável de pesquisa de satisfação, pronto para ser adaptado ao seu evento.
? Clique aqui para preencher, deixar sua mensagem e receber a cópia do modelo gratuito.
O atleta pode até não lembrar do preço da inscrição.
Mas nunca vai esquecer como se sentiu na sua prova.
E sentir que foi ouvido — e que sua opinião gerou mudanças — é uma das experiências mais marcantes que você pode entregar.
Ouvir é o primeiro passo para encantar.
Encantar é o que diferencia um organizador comum de um verdadeiro construtor de experiências.
Está pronto para dar esse passo?