Hub TicketSports
  • Novidades
  • Cases
  • Materiais
  • Parceiros
  • Planejamento
  • Ferramentas
  • Fornecedores
  • Crie Seu Evento
Faça sua busca
Categorias
  • Novidades
  • Cases
  • Fornecedores
  • Parceiros TS
  • Vídeos
  • Podcast
  • Planejamento
  • Ferramentas
  • Todas as Matérias

Sobre nós
  • Contato
  • Quem somos
  • Política e Privacidade
  • Sobre o Ticket Sports
  • Sobre o Webrun

Nas redes
  • Facebook
  • Instagram
  • Youtube
  • LinkedIn
  1. Início
  2. Conteúdo
  3. Por que a inscrição de corrida parece cara para quem não vê os custos da prova?
Facebook X LinkedIn WhatsApp

Time HUB · 5 ago, 2026

Por que a inscrição de corrida parece cara para quem não vê os custos da prova?

Quando o assunto é corredor “pipoca”, uma justificativa aparece com força: o preço da inscrição.

Segundo o material lançado pela Ticket Sports, “Pipoca nos eventos esportivos”, 50,3% dos atletas que já participaram de uma prova sem inscrição oficial afirmam que fizeram isso porque a inscrição estava cara.

O dado, por si só, já abre uma discussão importante. No entanto, ele ganha ainda mais peso quando aparece ao lado de outra informação: 71,5% dos pipocas acreditam que sua participação não impacta financeiramente o organizador da prova.

Ou seja, muitos atletas deixam de pagar porque consideram a inscrição cara. Porém, ao mesmo tempo, grande parte deles não enxerga que sua presença também gera impacto para quem organiza o evento.

É nessa distância entre percepção de preço e compreensão de custo que mora uma das discussões mais importantes para o mercado dos esportes de participação.

+ Siga o Ticket Sports Hub no Instagram
+ Baixe agora o APP Ticket Sports e tenha um calendário de eventos esportivos na palma da sua mão!

O preço é a maior justificativa

O valor da inscrição foi o principal motivo apontado pelos pipocas para participar de uma prova sem pagamento oficial.

Entretanto, conforme explica Daniel Krutman, CEO da Ticket Sports, “o ticket médio dos eventos cresceu abaixo da inflação nos últimos cinco anos”.

Além dos 50,3% que citaram o preço, outros fatores também ajudam a explicar esse comportamento. Entre eles, estão acompanhar amigos ou familiares, com 35,5%, decidir em cima da hora, com 16,9%, e não conseguir vaga para a prova, com 14,6%.

Portanto, embora o preço seja a principal justificativa, ele não aparece sozinho.

A decisão de correr como pipoca também pode estar ligada ao aspecto social do esporte, à influência de amigos, ao desejo de viver a experiência coletiva e até à curiosidade de testar uma prova antes de investir em uma inscrição.

Ainda assim, o dado do preço chama atenção porque revela uma pergunta que todo organizador precisa fazer: As pessoas sabem pelo que estão pagando?

O problema não é apenas o preço. É o valor percebido

Quando um atleta olha para uma inscrição, muitas vezes ele enxerga apenas os elementos mais visíveis do evento.

Kit. Medalha. Camiseta. Percurso. E, talvez, hidratação.

No entanto, uma prova envolve muito mais do que aquilo que o participante recebe na mão ou vê no dia do evento.

Existe uma estrutura inteira funcionando para que a experiência aconteça com segurança, fluidez e organização. E, justamente por ser invisível para boa parte dos atletas, essa estrutura nem sempre entra na conta quando alguém avalia se a inscrição “vale” ou não.

Nesse sentido, o preço pode até ser uma barreira real. Porém, a falta de clareza sobre o que compõe esse preço amplia a sensação de que o valor cobrado é apenas uma escolha comercial do organizador. E não é.

Os custos invisíveis do percurso

Uma corrida de rua não é feita apenas de kit e medalha.

O percurso, por exemplo, é um dos pontos mais importantes da experiência. No entanto, ele também reúne uma série de necessidades e custos que nem sempre são percebidos pelo atleta.

Entre eles, estão limpeza, estrutura operacional, seguro, fechamento de trânsito, licenciamento, ambulâncias, agentes e hidratação.

Na prática, cada pessoa a mais dentro do percurso pode impactar a operação.

Isso não significa que todo impacto seja percebido imediatamente. Porém, quando há mais participantes usando a estrutura do evento sem inscrição oficial, aumenta a pressão sobre itens planejados para um número determinado de atletas.

A hidratação precisa atender mais gente. A segurança precisa considerar mais pessoas no percurso. Além disso, outras estruturas também fazem parte dessa equação.

Portanto, mesmo quando o pipoca acredita que está “apenas correndo na rua”, ele pode estar ocupando uma estrutura que foi planejada, contratada e paga pelo organizador.

A demanda por transparência

O dado de que 7 em cada 10 pipocas não acreditam que sua participação gera impacto financeiro talvez revele menos má intenção e mais falta de percepção.

A grande questão, então, talvez não seja apenas como reduzir o número de pipocas. Também é preciso entender como aumentar o valor percebido da inscrição.

Quando o participante entende claramente os benefícios da prova, seja pela experiência, estrutura, segurança ou propósito, a inscrição deixa de ser vista apenas como um custo. Ela passa a fazer parte da experiência.

Por isso, transparência se torna uma lição importante para os organizadores.

Não basta comunicar que as inscrições estão abertas. Também é necessário mostrar o que está incluído naquela entrega, por que aquele valor existe e como a estrutura do evento protege a experiência de quem participa oficialmente.

Afinal, nem sempre os atletas estão interessados na planilha de custo do evento. Mas o organizador pode ajudar o atleta a entender melhor o que existe por trás do preço.

Existe oportunidade dentro do comportamento

Outro ponto interessante que o material revelou é que, alguns pipocas podem representar potenciais inscritos em fase de experimentação.

Afinal, 8,7% afirmaram que participaram sem inscrição porque queriam testar o percurso ou a prova. Além disso, parte dos participantes disse ter ido para acompanhar amigos, familiares ou grupos de corrida.

Esses dados mostram que nem todo pipoca está completamente distante do evento. Em alguns casos, ele já está interessado, já está presente e já está vivendo uma parte da experiência.

Portanto, existe uma oportunidade para organizadores pensarem em estratégias que transformem curiosidade em inscrição futura.

Isso pode passar por comunicação mais clara, campanhas educativas, benefícios exclusivos para inscritos, experiências de comunidade, programas de fidelização ou modelos de entrada mais acessíveis em determinados contextos.

No entanto, qualquer estratégia precisa partir de um ponto básico: o atleta precisa entender que a inscrição não paga apenas um kit.

Conclusão

A discussão sobre pipocas nos eventos esportivos não pode ser reduzida apenas ao preço da inscrição.

O preço importa. E, para muitos atletas, ele é uma barreira real.

Porém, quando mais de 70% dos pipocas acreditam que sua participação não impacta financeiramente o organizador, fica claro que existe também um problema de percepção.

O desafio, portanto, é duplo.

De um lado, os organizadores precisam continuar buscando formas de tornar os eventos mais acessíveis, atrativos e conectados à realidadpe dos atletas.

Por outro lado, também precisam comunicar melhor o valor da inscrição, mostrando que uma prova envolve custos, planejamento, segurança, operação, estrutura e responsabilidade.

No fim, a pergunta talvez não seja apenas se a inscrição está cara.

A pergunta mais importante pode ser: o atleta entende o que torna aquela experiência possível?

MATERIAL GRATUITO

Quer entender mais sobre os pipocas?

Baixe o material completo da pesquisa Pipoca nos eventos esportivos.

Baixar em português


Deixe seu comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *


Continue lendo

O que a volta dos fones de ouvido com fio tem a ver com os eventos esportivos?

Guilherme Delboni · 10 jul, 2026


Marketing para eventos esportivos: por que vender mais começa antes da venda

Time HUB · 8 jul, 2026


Ticket Sports participa do Corrida de Negócios e debate as transformações do mercado da corrida de rua

Time HUB · 3 jul, 2026

Lições da Copa do Mundo 2026 para quem organiza eventos esportivos – até agora

Time HUB · 25 jun, 2026

O que a volta dos fones de ouvido com fio tem a ver com os eventos esportivos?

Guilherme Delboni · 10 jul, 2026


Marketing para eventos esportivos: por que vender mais começa antes da venda

Time HUB · 8 jul, 2026


Ticket Sports participa do Corrida de Negócios e debate as transformações do mercado da corrida de rua

Time HUB · 3 jul, 2026


Lições da Copa do Mundo 2026 para quem organiza eventos esportivos – até agora

Time HUB · 25 jun, 2026


Ver todos

Mais lidas

1

TS Partners: um ecossistema de crescimento para empresas de cronometragem

Time HUB · 17 jul, 2026


2

Por que você não pode ficar de fora do TS SUMMIT 2026

Time HUB · 14 jul, 2026


3

O que a volta dos fones de ouvido com fio tem a ver com os eventos esportivos?

Guilherme Delboni · 10 jul, 2026


4

Marketing para eventos esportivos: por que vender mais começa antes da venda

Time HUB · 8 jul, 2026


5

Ticket Sports participa do Corrida de Negócios e debate as transformações do mercado da corrida de rua

Time HUB · 3 jul, 2026

Newsletter

Receba no seu e-mail informações exclusivas do esporte.

Categorias
  • Planejamento
  • Materiais Gratuitos
  • Novidades
  • Parceiros TS
  • Cases
  • Fornecedores
  • Vídeos
  • Podcast
Sobre nós
  • Contato
  • Quem somos
  • Sobre o Ticket Sports
  • Sobre o Webrun
  • Política de Privacidade
Nas redes
  • Facebook
  • Instagram
  • Youtube
  • LinkedIn
Baixe nosso aplicativo

© 2024 - HUB pertence ao Ticket Sports